Vários estudos demonstram que, se não tivesse esta classe política corrupta, Portugal seria hoje um dos países mais desenvolvidos da Europa. E o único candidato anti-corrupção chama-se Paulo de Morais.
Vários especialistas avisam que existe muito por esclarecer na venda do Banif ao Santander, um negócio precipitado por António Costa que poderá custar mais de 3,6 mil milhões de euros aos contribuintes.
Sabia que a TVI beneficiou o seu patrão na venda do Banif? E que António Costa estava desesperado por vender o banco antes de 2016 para poder usar milhões dos contribuintes?
António Costa viveu dois anos no apartamento de um poderoso grupo económico, construído contra o parecer da CML, e recusa mostrar se pagou qualquer renda. Costa está cada vez mais parecido com Sócrates.
Sabia que o financiador dos ataques terroristas em Paris foi protegido pelas autoridades norte-americanas? E que a NATO tem fornecido armas à Al-Qaeda e ao Estado Islâmico?
Cada vez mais cientistas defendem que a prática do aborto deve ser estendida a bebés já nascidos, mostrando novamente a verdadeira ideologia do sistema em que vivemos.
O caso do voo MH17 abatido na Ucrânia mostra como as televisões manipulam e censuram informação. Mesmo quando essa manipulação pode levar à III guerra mundial.
Ainda os destroços do MH17 fumegavam e já a comunicação social apontava o dedo a Putin. Mas várias informações contradizem toda a versão oficial que nos mostram diariamente nas televisões.
Apesar de ser já sexagenário, o furtivo grupo Bilderberg mantém a sua forte influência. A comprová-lo estão os principais candidatos à liderança do Partido Socialista e à presidência da República: todos eles são membros desta poderosa sociedade secreta.
A maior parte da Constituição da República parece uma lista do que não é feito em Portugal; pode até estar aplicada no país real – mas completamente ao contrário.
Após a morte de um universitário causada por uma praxe, a PJ descobriu que os homicidas trajados combinaram entre si toda a história que contaram às autoridades e gozaram com a morte do colega.
Eusébio arrastou multidões na vida e na morte, unindo-as por um único sentimento: o amor a Portugal. E é esse amor à pátria lusitana que é visto com desdém por toda a classe política, escrava dos interesses partidários e da alta finança.