11deSetembro.net

Se você ainda acredita que os autores dos atentados de 11 de Setembro de 2001 estavam numa caverna no Afeganistão; que o Iraque foi invadido por ter armas de destruição maciça; que a Síria tem de ser ‘libertada’ e bombardeada a qualquer custo; e em basicamente tudo o que lhe é mostrado nos telejornais; você ainda não viu 11 de Setembro: Conspiração Interna (Loose Change: 2nd Edition) – um documentário que desmonta a versão oficial dos atentados e revela factos e imagens que ainda hoje continuam a ser ocultados da população. A versão aqui apresentada é a portuguesa, produzida pela RTP e transmitida em Setembro de 2006 no canal público. Aparentemente teve tanto sucesso que foi retransmitida quatro vezes durante esse mês. A RTP Madeira não se coibiu de o passar em horário nobre – às 8 horas da noite!

Este vídeo pode ser acedido e partilhado através do endereço 11deSetembro.net

Aqui ficam alguns comentários sobre Loose Change.

Paula Moura Pinheiro (jornalista e ex-sub-directora da RTP2):

«Loose Change é um documento imperdível e aflitivamente inquietante. Terrivelmente bem construído, este documentário desenvolve a tese que o 11 de Setembro teve origem numa gigantesca conspiração interna nos Estados Unidos da América.»

Filipe Homem Fonseca (argumentista):

«LOOSE CHANGE, que se traduz literalmente por “trocos”, mas que é uma expressão idiomática que corresponde à nossa “pontas soltas”, é um documentário polémico, acima de tudo porque nos apresenta a um horror ainda maior que o do 11 de Setembro: a ideia de que todas as (poucas) respostas que nos têm sido dadas pela versão oficial são uma mentira. Em que ficamos? De um lado, temos uma verdade mal fundamentada, e do outro uma mentira bem articulada? Ou temos uma mentira que se procura perpetuar, e uma verdade que é sucessivamente aniquilada, pois todos que a defendem são caracterizados pelos media dominantes como párias, bizarrias, e, por isso, desacreditados perante a opinião pública?

Esqueci muito do que me passou pela cabeça naquele dia, em frente à televisão. E só voltando a ouvir os comentários dos muitos repórteres no sítio me recordo da bizarria do primeiro contacto com tudo aquilo, das pontas soltas, que esperava ver atadas firmemente com os anos. Se o tempo não cura, ao menos explique.

Mas, nos instantes em que o mundo mudava, aquilo que achei mais desconcertante foi a derrocada das torres gémeas. A aparente implosão, palavra dita ou pelo menos pensada por muitos de nós, com os olhos colados ao rectângulo ou fechados pela poeira de um século que começava em ruínas. Porque era o que parecia. Como saber? Era tudo novo, tudo terrível. Mais perguntas. Um avião também bateu no Pentágono? E os destroços, onde estão?

As respostas tardam, mas a reacção foi mais rápida que uma bala. O Patriot Act. As escutas telefónicas. O dominó da democracia, afinal um xadrez que começou com um xeque-mate nas nossas liberdades individuais.

Duvidar e exigir respostas exactas acerca de um evento desta gravidade não é desrespeitar as vítimas; é, aliás, um sinal de respeito. O porquê, quem, como, não os levanta da tumba, mas as respostas são-lhe devidas, a eles e aos seus familiares. A nós todos, já agora. É importante saber a verdadeira extensão da ameaça que paira sobre as nossas cabeças. Sem informação dúbia ou nem sequer revelada. Só que o atentado de 11 de Setembro está cheio de pontas soltas.»

Comentários

  1. carmen diz

    Finalmente algo consistente, e que suporta a minha teoria desde o inicio, eu comecei a fazer a minha pesquisa com base no que é realmente Al quaeda e seus objectivos e em caso algum existem ataques a civis.
    Um bem haja a toda a equipa aue produziu este documentario, ja é hora de desmacarar EUA.

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